Denison Rafael

Denison Rafael
Imagem retirada de: ranchocarne.org

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

DIA DOS PROFESSORES


Imagem retirada de: usabilidoido.com.br

Conhecimento: quem o deterá?

Ainda que o conhecimento exista,
Quem o deterá?
Eis que está em toda à parte
Quem o deterá?

De uma voz se ouve o som
O som que perpassa o vácuo
O vácuo da ignorância
Conhecimento: quem o deterá?

Quem és tu, ó mestre do saber?
Sou o ser dinâmico e tradicional,
Liberal e Conservador,
Mas não sou o detentor do saber,
Apenas o conheço.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Logo, logo colocarei um novo texto aqui.
Desculpe a demora!
Denison Rafael.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

O TEMPO É MUITO LOUCO!

Imagem retirada de: http://www.mallorcaweb.net/

O tempo é muito louco, às vezes não conseguimos alcançá-lo por mais que sejamos rápidos e loucos bastante para (tentar) superá-lo.
Eu posso correr, mas nunca chegarei antes e no momento esperado; o carro nunca é veloz o suficiente para mim; a velocidade da conexão a web (internet) ainda não está do jeito que é para ser. Entretanto, o mundo moderno vende a idéia (“verdadeira”) de que esta nova fase de nossas vidas e do nosso mundo está em um “encurtamento das coisas”, a aniquilação do tempo e do espaço.
O grande problema é que as pessoas passam a acreditam no produto vendido e buscam cada vez mais a melhora dele. Em outras palavras, na modernidade as pessoas passam ainda mais a exigir o dimanismo, a velocidade, o constante, por que vivemos numa fase do móvel e transformativo, mutável e constante, aqui e agora, tudo é possível.
Posso exemplificar isso. Há minutos atrás, fui em outro departamento tomar o meu cafezinho de cada dia. Passei alguns minutos lá quando percebi que era preciso eu voltar imediatamente ao meu departamento, pois “time’s money”. Por mais que andasse rápido não seria o suficiente para eu chegar na hora que eu teria e/ou queria chegar.
Se nós nos depararmos numa situação desse tipo e passarmos a olhar em nossa volta nos retirando deste mundo, veremos que a ordem na qual estamos postos nada é do jeito que a enxergamos.
Há poucos minutos atrás aproveitei para entregar uns documentos no outro bloco e passei a observar tudo exterior a mim. Os carros estavam andando; as pessoas conversando, outras comendo, outras vendendo lanche; professores debatendo; recado nos murais; pichação na parede, diálogo nas paredes e grafite também, dentre outras coisas. O que pude perceber é que as pessoas são e estão funcionando de forma harmônica e caótica, mas sempre há uma ordem no tempo e no espaço, mesmo que esse tempo seja diferente do tempo anterior e o espaço não seja, mas o mesmo.

sábado, 29 de setembro de 2007

ONDE ESTÁ VOCÊ PALAVRA?




Não consigo pensar em nada para escrever, daí resolvi tecer algum comentário a respeito dessa falta de inspiração, temporária ou não, que me cerca.
O que será que me ocorrera? É a primeira pergunta que me vem à mente. Na realidade eu não sei!
O problema é que quando traçamos alguns rumos em nossa vida não gostamos de falhar, quer dizer, pelo menos falo por mim. (a respeito de postar texto neste espaço aqui que consensualmente é chamado de blog.).
Sei que gosto de escrever, mas acredito que não me ocorrera nada de super interessante por esses dias que possa ser detalhado em linhas específicas e merecer meu atento e esmero.
A respeito disso, veio subitamente em minha mente às palavras de um professor de história oral (foi um mini-curso que fiz no I Encontro de Ciências Sociais da UFRR) no qual diz que a nossa memória é seletiva e, portanto, só traz à tona aquilo que ele acredita interessante a nós; que nos foi importante. Dessa forma, vejo que nada, esta semana, veio a me ocorrer que seja de tão sublime assim.
Além do mais, acho que estou no meu momento de introspecção e, dessa forma, de reflexividade. Muitos podem dizer que é somente problema do Kronos (tempo cronológico). A única certeza que tenho é que nada me é digno de detalhamento.
Enquanto isso não acontece vou fazer uma única coisa: Carpe Diem (o meu amigo, autor do blog Senso Puro, já tratou sobre este assunto em algum post seu).

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

FATO INTERESSANTE


Imagem retirada de: www.fflch.usp.br

Como podemos analisar nossas próprias vidas se poderemos ser ainda mais subjetivos do que se formos analisar uma outra coisa? As pessoas ficam querendo buscar respostas onde não há ou, pelo menos, não se quer ter. Às vezes basta acreditar em algo ou em alguém sem muito questioná-lo. [Será?]
Para quê estudar? Trabalhar? Sorrir? Pensar? Crê? Comprar? Se perfumar? Ter amigos? Etc....
Esses são alguns questionamentos que às vezes me faço sem obter de forma “racional” nenhuma resposta. No mais, obtive apenas algumas tentativas ou esboços de respostas frustradas formada por algumas pessoas que assim procederam.
Por que temos que seguir as regras? Ter rotina?...Dormir, acordar, tomar banho, escovar os dentes, ir a aula, trabalho, rua, buscar conhecimento, dinheiro, etc.? [Isto é realidade de muitos, mas não de todos]
Na segunda-feira tive que quebrar a rotina e as próprias regras para entrar em outra. Precedido por um final de semana conturbado com muitas leituras dos textos da universidade e ensaio da peça teatral. (entre outros)
No dia referido, fui ao trabalho para onde vendo minha força de trabalho em troca de um “objeto simbólico” que consensualmente se agrega algum valor universalmente aceito e, portanto, legitimado por todos. Em outras palavras, em troca de um salário.(dinheiro, din-din, money, bunfunfa, cascalho, etc.!!!) [hehehehehe]
À tarde como aproveitei para estudar incessante e ininterruptamente das 14h às 19h para uma prova na qual, até então, não tinha lido todos os textos. Dessa forma, não fui à aula do primeiro horário para poder absolver todas aquelas informações.
Quando o relógio ecoou as 19h05mim fui tomar meu banho para ir a aula fazer meu “teste de conhecimento absolvido” (prova). Entretanto, quando cheguei ao local de “abate” o “detentor do saber” não ia dar a aula em 100% de sua essência por conta de uma aula de se intitularam da “saudade”.

Mas o que quero dizer com essa breve história?

Quero demonstrar que muitas vezes a quebra da rotina é o enquadramento numa nova regra. Troquei um estudo dirigido por um “ser” detentor de todo conhecimento por mim mesmo, um “mero mortal”. Outro ponto interessante é que o tempo que perdi lendo, eu ganhei na agregação de conhecimento nesta mente sã.
Percebi que o conhecimento é universal. Ele está à disposição de todos aqueles que querem alcançá-lo e que tem todos os recursos possíveis para isso. [Nem sempre!]
Acredito que o conhecimento já existe em essência e em totalidade neste cosmo, mas ainda não foi desvendado.
Somos seres que ainda tem limitações e “sempre” teremos. Em outras palavras, pela nossa incapacidade intelectual de abstração “nunca” chegaremos a ele, mesmo por que o conhecimento total, acredito ser somente do criador.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

"BASTA O MAL DE CADA DIA"


Imagem retirada de: www.tropicalbrasil.com.br

“Basta o mal de cada dia”, assim diz a Bíblia, a palavra de Deus. Partindo desse pressuposto fiquei pensando nas minhas viagens “teleológicas” (futurísticas). O “fantástico mundo de Bob” (Denison).
Às vezes idealizo demais as coisas. Na verdade sou muito “frio e calculista”. Antes de fazer qualquer coisa, desde a mais simples a mais complicada, eu procuro saber o máximo daquilo que irei enfrentar. E há muita lógica nisso: “conhecer o ‘inimigo’ para dominá-lo”, este é meu lema.
Antes de iniciar um curso, antes de conversar com alguém, antes de fazer uma ligação, antes de visitar algum lugar, antes de escrever [hehehehehe], antes de qualquer coisa mesmo, lá está eu fazendo uma pesquisa na internet, perguntando de alguém que já foi lá, ou que já fez aquilo, etc. (...). Isso é bom, assim também como é ruim. Sempre digo: “o conhecimento traz a dor”! (não sei se alguém já tinha falado isso antes, mas acredito que não. Entretanto, se a resposta for sim, dessa forma, faço as palavras “dele” as minhas também) [hehehehe]

Mas o por quê de tudo isso?

Porque tomar decisões é muito difícil. Há “sempre” (será?) dois caminhos; você tem que escolher algum para seguir. A racionalidade é sempre bem vinda nesta hora. (que nada!!!!) Pelo menos é isso que dizem.
No entanto, há caminhos onde o racional não é bem vindo, muito menos o discurso e a erudição. Por exemplo, a fé das pessoas! Eu sou temente a Deus e quero que todos assim o sejam. (GENTE! ACREDITEM EM DEUS E ELE MUDARÁ A SUA VIDA). Entretanto, além de não poder fazer todos concordarem comigo, eu também não sou responsável pelos seus caminhos. No mais, assumo apenas o papel do informante aos que assim desejam ser informados.
Ultimamente estou colocando em “cheque” algumas decisões por mim tomadas pautada na racionalidade e outras nem tanto. Fico pensando que tanto o científico, a ética, a moral, os pensamentos e tudo mais são apenas estados momentâneos na vida. Como disse (ou diz?) o velho Karl Marx: “(...) tudo que é sólido se desmancha no ar”. Em outras palavras, nada é inexorável, inabalável, intocável, ... Dessa forma, podemos pensar que apesar de tudo (cabe aqui dizer que esse “tudo” é na verdade as nossas decisões) a sociedade é dinâmica, a cultura não é estática e as pessoas mudam. (os pensamentos, as lógicas, o “racional”, ...)

P.S.: Na verdade nem sei porque escrevi este texto. (hsauhusahsua) deve ter sido meio que influência da aula magna. Agora vou deixa-lo sem uma conclusão. Concluam o que quiserem. [hehehehe]

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

SEGREDO E MISTÉRIO

Imagem retirada de: cdd.debian-br.org

Na tarde de ontem tive uma conversa meio que reveladora com uma amiga; ela assumindo o papel de “Mister (Miss) M” das mulheres tenta revelar alguns “segredos ocultos” (nem tanto!), mas que na verdade são mistérios desmitificados.
Tivemos uma conversa sobre a crença ou não nas “revelações contínuas” das “cartas”. Ela, após fazer uma visita numa mulher que ler cartas e traça o destino das pessoas (eu não acredito nisso) e a ela desvendadas algumas coisas, tenta trazer esta experiência a mim em forma de diálogo.
Durante toda nossa conversa analisamos alguns pontos interessantes até que chegamos na “bendita” resposta “subliminar” das mulheres em relação à alguns relacionamentos.
A conclusão que ela tirara de experiências próprias foi: Veja mais!!!!
*Algumas respostas das mulheres aos homens quando as convidam para sair.
"Você quer sair comigo? "

R1= Não (esse não tem sinônimo de não mesmo) [hehehehe]

R2= Não (Um não que na verdade ela deseja que o homem entenda como sim) [Complicado, né?]

R3= Sim (esse tem uma pressão do grupo e, por isso tem é um sim com sinônimo de não, ou melhor, “Que merda eu fiz!”)

R4= Sim (esse é um sim verdadeiro)

R5= Sim³ (esse é igual a: “VEM LOGO!”)

R6= Não³ (esse é igual a: “SAI FORA!”)

Complicada as mulheres, né? Ou não? Ou na verdade esse negócio de manual não existe mesmo?

O engraçado é que se isso veio de minha amiga e, portanto, de uma mulher, isso mostra que os homens são uns verdadeiros decodificados de respostas subliminares das mulheres.

RESPOSTA ERRADA!????!!!!!!!

hehehehehehe....